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25 de março de 2026

Categoria: Economia

Fazenda revisa para baixo projeção da inflação para 4,8% em 2024

Ministério da Fazenda ajusta projeção da inflação para 2024, estimando agora 4,8% pelo IPCA. Estimativa anterior era de 4,9%.

Petrobras capta US$ 2 bilhões com venda de títulos para reforçar caixa

Petrobras levanta US$ 2 bilhões com emissão de títulos no exterior. Operação, dividida em duas ofertas, visa reforçar o caixa da companhia.

Receita Federal libera 4º lote de restituição do IR 2024 nesta sexta-feira

Receita Federal paga nesta sexta (29) o quarto lote de restituições do IR 2024, beneficiando 1,88 milhão de contribuintes. Valor total chega a R$ 2,92 bilhões.

Hitachi Energy inicia construção de fábrica de transformadores em Pindamonhangaba

Hitachi Energy inicia construção de fábrica de transformadores em Pindamonhangaba (SP). Investimento de US$200 milhões visa data centers e energia renovável.

Importação de calçados atinge recorde histórico em julho e preocupa indústria brasileira

Importações de calçados atingem recorde de US$ 66 milhões em julho, diz Abicalçados. Setor também registra queda nas exportações.

Desigualdade: Renda do 0,1% Mais Rico Cresce 6,9% em 6 Anos, Aponta Estudo

Estudo do FiscalData revela que a renda do 0,1% mais rico cresceu cinco vezes mais que a média nacional entre 2017 e 2023.

PIB desacelera: economia brasileira cresce 0,5% no 2º trimestre, aponta FGV

FGV aponta crescimento de 0,5% no PIB do 2º trimestre, desacelerando em relação ao 1º. Juros altos podem impactar o desempenho.

Haddad: EUA impõem condição inviável e travam acordo sobre tarifa de 50%

Haddad critica imposição dos EUA em negociação tarifária, alegando inviabilidade constitucional. Comércio bilateral em declínio, plano de contingência é preparado.

Tarifa Trump Brasil: Maggi critica taxa de 50% e vê ação política.

Blairo Maggi critica tarifa de 50% imposta por Trump a produtos brasileiros, classificando-a como "exagero político" e prejudicial ao país.

Exportações brasileiras para os EUA caíram pela metade desde 2001

Enquanto a participação americana nas nossas exportações caiu 51%, a da China, atualmente o principal parceiro comercial do Brasil, aumentou mais de oito vezes, indo de 3,3% para 28% no período de 2001 a 2024.