A linha telefônica do presidente do Cacerense Esporte Clube, Henrique Matias, foi transferida para outra empresa sem autorização, comprometendo sua rotina. A operadora Claro é apontada como responsável pela vulnerabilidade na segurança de dados. O incidente, ocorrido há uma semana, abriu espaço para tentativas de invasão às contas pessoais do dirigente e aplicação de fraudes em seu nome. O caso impacta diretamente o planejamento do clube para a Copa Federação, prejudicando negociações, contratos de atletas e contatos institucionais. Notificações foram feitas à Claro, Anatel e órgãos de defesa do consumidor.