Prefeitos, vereadores, governadores e deputados estaduais reagem à repercussão negativa da publicidade de apostas online, intensificada na Copa do Mundo. Ao menos cinco capitais e dois estados implementaram medidas para restringir anúncios em locais públicos e eventos. O governo federal contesta a competência local, citando a Constituição. A ANJL, representando o setor, ingressou com ação no STF, alegando desigualdade. O governo Lula, pela AGU, argumenta que restrições podem fortalecer o mercado clandestino. Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo estão entre os locais com iniciativas.