As mulheres são maioria entre os pesquisadores cadastrados na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), representando 56% do total. Elas também coordenam 57% dos projetos científicos em andamento. A Fapemat tem incentivado a participação feminina na ciência, com editais específicos para áreas como ciências exatas, engenharia e computação. Exemplo notável é a pesquisadora Rosane Hahn, da UFMT, que identificou uma nova espécie de fungo causador de doença, com apoio da Fundação. No Brasil, mulheres ampliam presença na pós-graduação.