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6 de novembro de 2026

Operações integradas do Gefron geram prejuízo de R$ 2,5 bilhões a facções criminosas entre 2019 e maio deste ano

As Operações do Gefron, unidade do Governo do Estado que atua na fronteira com a Bolívia, geraram um prejuízo financeiro estimado em R$ 2,5 bilhões a facções criminosas. O montante foi registrado entre janeiro de 2019 e maio deste ano, resultado da apreensão de 118 toneladas de drogas, 77 aeronaves e mais de 2 mil veículos. Nesse período, 2.913 pessoas foram presas. O Governo do Estado investiu anualmente R$ 30 milhões, em média, no Gefron nos últimos sete anos, com R$ 17 milhões aplicados somente este ano.
Operações do Gefron: prejuízo de R$ 2,5 bilhões a facções criminosas
Gefron/Sesp-MT

As Operações do Gefron, conduzidas pelo Grupo Especial de Fronteira, unidade do Governo do Estado que atua na região da fronteira com a Bolívia, geraram um prejuízo financeiro estimado em R$ 2,5 bilhões a facções criminosas. Este montante foi registrado entre janeiro de 2019 e maio deste ano, evidenciando a efetividade das ações integradas na repressão ao crime organizado na área de fronteira.

Impacto das Operações do Gefron na Criminalidade

O prejuízo financeiro de R$ 2,5 bilhões está diretamente relacionado à apreensão de 118 toneladas de drogas, 77 aeronaves, 2.052 veículos, 414 armas de fogo e 14.400 munições. Durante o mesmo período, 2.913 pessoas foram presas, sendo 159 delas estrangeiras. Os crimes pelos quais foram detidas incluem tráfico, roubo, furto e contrabando, entre outras modalidades criminais. As Operações do Gefron têm como objetivo desestruturar financeiramente as organizações criminosas que atuam na região.

Investimentos e Modernização da Unidade

De acordo com dados do Núcleo de Gestão Estratégica para Resultados (Nger/Sesp-MT), o Governo do Estado investiu anualmente, em média, R$ 30 milhões no Grupo Especial de Fronteira. Este investimento ocorreu nos últimos sete anos, abrangendo o período de janeiro de 2019 a janeiro de 2025. Os recursos foram destinados à aquisição de armamentos, viaturas, obras, sistemas de comunicação, modernização operacional e manutenção das atividades da unidade. Somente este ano, de janeiro a maio, R$ 17 milhões foram aplicados para desenvolver ações preventivas e de repressão à violência nos 900 km da área da fronteira (seca e molhada) de Mato Grosso com a Bolívia.

Estratégia e Colaboração nas Operações do Gefron

A secretária de Segurança, coronel PM Susane Tamanho, destacou que a produtividade do Gefron é resultado de uma política estadual de Segurança Pública que prioriza o aparelhamento, a modernização e o reforço do efetivo, com a nomeação de novos policiais. Ela avalia as ações como uma resposta às facções, fruto do empenho de cada policial e do esforço permanente para manter ações integradas fortes e efetivas na repressão ao tráfico de drogas e outras modalidades criminais. A secretária assinala que, no Gefron e em todas as unidades das polícias Militar e Civil, a prioridade é o policiamento ostensivo guiado pela inteligência policial, a investigação qualificada e a asfixia financeira das facções. Ela ressalta que as apreensões, especialmente de drogas e aeronaves, causam impacto direto na estrutura financeira e operacional dessas organizações.

O coordenador do Gefron, tenente coronel PM Airton Feitosa, afirmou que os números e valores alcançados não são apenas estatísticas, mas resultados de uma decisão do Governo do Estado de fazer esse enfrentamento, travando uma guerra diária contra os crimes na área de fronteira. Segundo o TC Airton, o Gefron atua sustentado em três pilares: policiais preparados, treinamento com doutrina operacional de fronteira e equipamentos com tecnologia de ponta. Em Mato Grosso, além do trabalho integrado com as unidades das Polícias Militar e Civil, o Gefron realiza Operações do Gefron conjuntas com as polícias Federal e Rodoviárias, e com forças de outros estados, reforçando a abrangência e a eficácia das ações.

Essas Operações do Gefron demonstram o compromisso contínuo com a segurança na fronteira e a luta contra o crime organizado, impactando significativamente as atividades ilícitas na região.

Fonte: Secon/MT

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