O deputado Eduardo Botelho (União Brasil) defendeu que o grupo do governador Mauro Mendes e do vice, Otaviano Pivetta (Republicanos), construa a chapa eleitoral longe do que ele chamou de direita radical. A declaração foi feita em entrevista nesta quinta-feira (19), onde o parlamentar expressou sua visão sobre o cenário político.
Críticas à Direita Radical
Botelho argumentou que ‘esse perfil da direita, esse perfil que está aí não está produzindo nada’. Para ele, todas as lideranças desse espectro político tiveram mandatos ruins no Executivo. O deputado reforçou sua posição ao afirmar que ‘os resultados da direita radical, não está produzindo’.
Definição de Centro-Direita e Unidade do Grupo
O deputado enfatizou a necessidade de convergência e união para o grupo que construiu o que está aí. Ele comparou que ‘Pessoas que estão no União Brasil, se falar que é de direita radical, é mentira, não é. Jayme não é, Mauro não é. Otaviano Pivetta não é. Eu nunca vi ações deles como radical de direita’, disse. Botelho classificou esses nomes como de centro-direita, defendendo que ‘esse grupo precisa ficar unido. Porque vai haver polarização, mas os extremistas de direita vão continuar votando em que for o candidato do Jair Bolsonaro’, acrescentou.
Contexto Político e Aproximações
A declaração de Botelho ocorre em meio a uma aproximação de Otaviano Pivetta com o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL). Na semana passada, Pivetta e o prefeito se reuniram com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Na ocasião, foram tratados projetos relacionados a segurança pública, educação e habitação. Entretanto, o Partido Liberal (PL) deve lançar o nome do senador Wellington Fagundes na sucessão ao Governo do Estado, o que adiciona complexidade ao cenário da chapa eleitoral, distanciando-se da proposta de uma chapa ‘longe da direita radical‘.
A Visão de Botelho sobre a Direita Radical
Reiterando sua posição, Botelho completou que ‘esse perfil da direita, esse perfil que está aí não está produzindo nada, os resultados da direita radical, não está produzindo’. Ele mantém a defesa de uma chapa que se distancie desse espectro político, buscando uma composição mais alinhada ao centro-direita.








