Eleitores de religiões de matriz africana e afro-brasileira não se sentem representados nas campanhas políticas de 2026, avaliam praticantes, religiosos e estudiosos. O número de adeptos triplicou entre 2010 e 2022, alcançando 1,8 milhão de pessoas, conforme o IBGE. Ao contrário dos eleitores cristãos, o segmento afro é negligenciado na corrida eleitoral.