A jovem de 24 anos que denunciou ter sido estuprada pelo investigador Manoel Batista da Silva, de 52 anos, dentro da Delegacia de Sorriso, detalhou os momentos de terror que viveu ao Domingo Espetacular, da RecordTV. O caso de estupro delegacia Sorriso levou ao indiciamento do servidor por estupro e abuso de autoridade, com sua prisão em 1º de fevereiro de 2026, quase dois meses após os abusos.
Detalhes do Estupro na Delegacia de Sorriso
Em entrevista ao jornalista e apresentador Roberto Cabrini, a jovem relatou: ‘Me obrigou a ficar pelada, mandou eu deitar na cama e abusou de mim. Me cuspia… Nem um animal a gente trata dessa forma’. Segundo o relato, ela foi estuprada quatro vezes entre a noite do dia 9 e a madrugada e manhã do dia 10 de dezembro, dentro da sala de alojamento da delegacia, um local usado para o descanso dos policiais. A vítima de estupro na delegacia de Sorriso descreveu ainda o que aconteceu após os atos: ‘Depois que ele terminou o ato, ele me empurrou para dentro do banheiro, mandou eu me lavar com detergente. Tomei banho e ele ficou me olhando tomar banho’. Ela completou sua declaração afirmando: ‘Eu não era ninguém ali dentro, era um lixo’.
Investigador Indiciado e Preso por Estupro e Abuso
A Polícia Civil de Mato Grosso concluiu o inquérito que investigou o caso e indiciou o servidor Manoel Batista da Silva pelos crimes de estupro e abuso de autoridade. Esta conclusão ocorreu após exames periciais confirmarem o abuso sexual. O investigador acusado de estupro foi preso no dia 1º de fevereiro de 2026, sendo que os abusos aconteceram quase dois meses antes da prisão. O indiciamento por estupro e abuso de autoridade reforça a gravidade das acusações contra o servidor.
Ameaças e Condições dos Abusos na Delegacia
O advogado da vítima, Walter Rapuano, informou que sua cliente e a filha dela, de 8 anos, foram ameaçadas de morte. A jovem relatou que os abusos foram cometidos enquanto ela ainda estava algemada e sob a mira de uma arma. Ela detalhou a situação: ‘Sempre com uma pistola na mão, não deixava eu molhar meu cabelo, porque era vestígio. Fui abusada 4 vezes, todas as vezes, algemada’. Após os abusos, ela era colocada de volta na cela. A jovem afirmou: ‘Mandou eu calar a minha boca, me levou pra dentro da cela e me trancou lá. Eu tinha acabado de perder um bebê e isso poderia ter dado uma gravidez’. O caso de estupro na delegacia de Sorriso continua a repercutir, com a jovem buscando justiça.
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