O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) declarou, nesta quarta-feira (18), que a aliança com o PL são ‘pouco prováveis’ para a eleição deste ano. A afirmação do pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, que conta com o apoio do governador Mauro Mendes (União), surge um dia após um encontro com o presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, na sede do partido, em Brasília.
Posicionamento sobre a Aliança
Segundo Otaviano Pivetta, a aliança entre as siglas é considerada difícil, pois o senador Wellington Fagundes (PL) já se apresenta como pré-candidato ao Governo de Mato Grosso. Pivetta enfatizou seu próprio preparo para ser o candidato de seu grupo. ‘Acho pouco provável, já que lá tem um candidato. E eu estou me preparando para ser o candidato do nosso grupo. Se o PL quiser compor, tem espaço, mas, caso contrário, vamos disputar. Não é problema, não’, afirmou o vice-governador.
Visita Cordial e Relação Partidária
Pivetta esclareceu que a visita a Valdemar Costa Neto teve um caráter cordial e que nada foi tratado sobre um possível apoio do casal Jair e Michelle Bolsonaro à sua candidatura. Ele destacou o relacionamento partidário existente, mencionando que o PL foi um aliado na eleição de 2022, quando ele e Mauro Mendes venceram a reeleição. ‘Eu fiz uma visita de cordialidade. Nós temos um relacionamento partidário, pois, na última eleição, caminhamos juntos e representamos, em Mato Grosso, um governo que faz e fez história, como poucos até aqui’, declarou Pivetta sobre a Pivetta e a aliança com o PL no passado.
Detalhes do Encontro e Articulações
O vice-governador Otaviano Pivetta foi ao encontro acompanhado de Eduardo Manciolli, descrito como um de seus principais aliados na pré-campanha. A reportagem apurou que o encontro foi rápido e teve como objetivo iniciar articulações para uma possível Pivetta e a aliança com o PL. Pivetta possui a simpatia do ex-presidente Jair Bolsonaro e de sua esposa, Michelle Bolsonaro, além de parte das lideranças do PL.
Um eventual acordo entre Pivetta e a aliança com o PL poderia, segundo o apurado, retirar Wellington Fagundes do cenário eleitoral ao Palácio Paiaguás. Isso ocorreria mediante o compromisso de apoio do grupo de Pivetta à reeleição de Fagundes ao Senado, em 2030. A situação atual, no entanto, aponta para a ‘pouca probabilidade’ de uma Pivetta e a aliança com o PL para a disputa do governo estadual neste ano.








