Na tarde desta terça-feira (20), o Advogado atropelamento Paulo Roberto Gomes dos Santos negou, durante interrogatório, ter atropelado e causado a morte da idosa Ilmis Dalmis Mendes da Conceição, de 71 anos. O acidente ocorreu pela manhã na Avenida da FEB, em Várzea Grande. Paulo conduzia uma Fiat Toro e foi preso após tentar fugir do local.
A Versão do Advogado sobre o Acidente
A declaração do advogado foi dada durante depoimento prestado ao delegado Christian Alessandro Cabral, da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran). Ao ser questionado sobre o ocorrido, Paulo Roberto afirmou que ‘o corpo dela que acertou o meu carro do lado’. Ele alegou que estava com a ‘cabeça péssima’ após o uso do medicamento Mounjaro. Segundo o delegado, Paulo ‘melhorou a versão’ e disse que, momentos antes do acidente, passou mal ao tomar Mounjaro. Paulo Roberto relatou que teria vomitado momentos antes da colisão e, ao recobrar a consciência, alegou ter sido surpreendido pelo ‘vulto’ de Ilmis, já atingida pelo veículo. Este é um dos pontos centrais da defesa do Advogado atropelamento.
Dinâmica do Atropelamento e Fuga
Após a colisão inicial com o veículo de Paulo Roberto, Ilmis foi arremessada para o outro lado da via, momento em que foi novamente atropelada por um veículo Fiat Strada. Paulo Roberto continuou seu trajeto, sendo seguido e interceptado por um policial à paisana nas proximidades do Shopping de Várzea Grande. Ao ser questionado sobre a ação de deixar o local, ele negou ter fugido e afirmou que realizava uma conversão para retornar ao local do acidente, alegando ter ficado emocionalmente abalado após a colisão. O delegado Christian Alessandro Cabral relatou que, em um acidente, o procedimento é que o veículo permaneça no local para não prejudicar a cena e possibilitar a realização dos exames periciais, diferentemente do outro veículo, o Fiat Strada, que permaneceu no local. O condutor da Strada foi ouvido na Deletran e posteriormente liberado. O caso do Advogado atropelamento continua sob investigação.
Investigação e Imputação de Crimes
Conforme Christian Cabral, a análise de imagens de câmeras de segurança mostrou que a vítima estava a menos de 50 centímetros de alcançar o canteiro central da via, praticamente concluindo a travessia, quando ocorreu o primeiro atropelamento. Diante das evidências, foi lavrado o flagrante de homicídio doloso por dolo eventual, uma vez que o motorista teria assumido o risco de causar o acidente e a morte da vítima. Paulo Roberto deve responder pelos crimes de homicídio doloso, na modalidade de dolo eventual, e fuga do local do sinistro. Ele passará por audiência de custódia na tarde desta quarta-feira (21). A situação do Advogado atropelamento segue em andamento.








