A convenção do Progressistas, realizada na manhã desta quinta-feira (30), abordou a relação entre o Progressistas e o Governo de Mato Grosso. Os membros do partido decidiram, neste momento, não indicar um nome para disputar o Governo de Mato Grosso. O presidente estadual da legenda, Nilson Leitão, afirmou que o partido acompanhará a decisão da Executiva Nacional da Federação União Progressista. Esta decisão deverá ser tomada após a convenção do União Brasil, marcada para a tarde desta quinta-feira.
Candidaturas homologadas para o Senado
Durante a convenção, foram homologadas candidaturas importantes para o Senado Federal. A senadora Margareth Buzetti teve sua candidatura à reeleição oficializada. Além dela, Cidinho dos Santos foi homologado como primeiro suplente na chapa do governador Mauro Mendes, que busca uma vaga no Senado. Essas definições são parte da estratégia do Progressistas e o Governo para as eleições estaduais.
Disputa por vagas na Câmara dos Deputados
Para a Câmara dos Deputados, o Progressistas oficializou diversas candidaturas. Entre os nomes confirmados estão o do próprio Nilson Leitão, presidente estadual do partido. Também foram oficializados o ex-candidato à Prefeitura de Rondonópolis em 2024, Paulo José, a vereadora de Cáceres, Andrelina Magaly da Silva, e o ex-deputado federal Victório Galli Filho. Nilson Leitão ainda informou que o partido definirá mais um nome feminino para cumprir a cota mínima de candidaturas de mulheres, conforme exigido pela legislação eleitoral. A bancada federal é crucial para o Progressistas e o Governo em nível nacional e estadual.
Cenário para a Assembleia Legislativa e o Progressistas e o Governo
Em relação à disputa por cadeiras na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o presidente estadual do Progressistas, Nilson Leitão, declarou que ainda não poderia detalhar os nomes dos candidatos. No entanto, ele assegurou que o partido terá um total de três candidatos para o pleito estadual. A posição do Progressistas e o Governo de Mato Grosso continuam sendo pautas de articulação.
Articulações no União Brasil para o Palácio Paiaguás
Paralelamente às decisões do Progressistas, as articulações para a disputa pelo Palácio Paiaguás seguem no União Brasil. O senador Jayme Campos busca a aprovação dos convencionais do União Brasil para disputar o Governo do Estado. Ao mesmo tempo, o presidente estadual da legenda, Mauro Mendes, trabalha nos bastidores para angariar apoio suficiente. O objetivo é garantir que a convenção homologue a pré-candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta, filiado ao Republicanos. Essa disputa interna impacta diretamente as alianças do Progressistas e o Governo.
Decisão final da Federação União Progressista
Caso Jayme Campos obtenha sucesso na disputa interna do União Brasil, a decisão ainda precisará ser submetida ao conselho da Federação União Progressista. Este colegiado é formado majoritariamente por aliados de Mauro Mendes. Se o impasse persistir e não houver um consenso, a palavra final caberá à direção nacional da federação, que terá a responsabilidade de definir o rumo da aliança para o Governo de Mato Grosso, influenciando diretamente as escolhas do Progressistas e o Governo.








